
Meados de 2016: Cursos de Pintura Digital, Azkana, Kyn Triland
11 de janeiro de 2026Nem todo ano é feito de vitórias e evoluções exponenciais. 2017 foi um ano difícil. Crises pessoais e relacionamentos conturbados geraram o temido bloqueio criativo na arte.
Olhando para esta pasta, vejo poucas imagens, mas muita emoção carregada. Foi o ano em que parei de desenhar para 'evoluir' e desenhei para 'sentir' (ou para tentar voltar a sentir).
As artes de 2017 são sobre luto, homenagens e tentativas de reencontrar a alegria simples de desenhar voltando à infância.
Quando a Vida Trava a Mão
A Arte do Luto (Tributos)
Em julho de 2017, o mundo perdeu Chester Bennington. Como fã de Linkin Park, canalizei o luto na arte.
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O Valor da Emoção: O retrato do Chester em meio à grama (talvez uma referência a 'somewhere I belong') e a homenagem ao Pantera Negra (design tribal/minimalista) mostram que, mesmo em crise, a arte serviu como válvula de escape. Para o Game Design, saber transmitir melancolia e respeito é tão vital quanto desenhar explosões.
Surfando Trends (Bruce Gorillaz)
No meio do bloqueio, uma boia de salvação foi seguir tendências. O álbum Humanz do Gorillaz saiu em 2017 e a internet foi inundada por avatares nesse estilo.
Style Matching: Adaptei meu rosto ao traço inconfundível de Jamie Hewlett. Isso prova minha tentativa de mimetizar estilos famosos, uma habilidade essencial para trabalhar em projetos que já possuem uma identidade visual definida.
Creature Design (A Centelha
Mesmo sem energia, o cérebro criativo tentava funcionar. O rascunho de uma criatura híbrida (Coelho + Cachorro + Morcego) mostra um estudo de Creature Design. É fofo, mas funcional, com anatomia que mistura as três espécies de forma coerente.
O Retorno ao Ninho (Pokémon)
Quando o futuro assusta, corremos para o passado. Tentei reacender a paixão desenhando, mais uma vez, os clássicos Pokémons (Bulbasaur) e esboços infantis. Eram traços de conforto, tentativas de lembrar por que comecei a desenhar lá em 2000.
Conexão com o Gamedev (Resiliência)
Por que incluir um 'ano ruim' no portfólio? Porque a produção de jogos é uma maratona, não um tiro de 100 metros. Haverá momentos de baixa. 2017 prova que, mesmo quando não estou 100%, continuo entregando — seja seguindo um briefing estético (Gorillaz) ou criando peças de impacto emocional (Tributos).
🇺🇸 English Note: 2017 was a challenging year marked by creative block. However, it taught me resilience. I channeled my energy into Tribute Art (honoring Chester Bennington and Black Panther) and experimented with trending styles (Gorillaz), proving that consistency persists even during personal crises.
Vamos construir algo juntos? / Let's build something together?
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